Amostra
O jogo foi o motor de arranque e o primeiro beneficiado com as probabilidades. De facto, por volta de 1200 a.C. existiam dados com forma cúbica feitos a partir de ossos. No entanto, o jogo atingiu uma grande popularidade com os gregos e os romanos.
Amostra é um subconjunto de elementos pertencentes a uma população. A informação recolhida para uma amostra é depois generalizada a toda a população.
Nem sempre as amostras refletem a estrutura da população de onde foram retiradas ou são representativas dessas populações, podendo levar nesses casos a inferências erradas ou ao enviesamento dos resultados.
e com base nessa amostra é possível determinar por exemplo o candidato que esta com a maioria de votos. e se o governo esta a ou não agradando em seu mandado a populaçãom.invasão
As amostras podem ser aleatórias ou não aleatórias, representativas ou viciadas.
Segundo Marconi e Lakatos (1996, p. 28) “amostra é uma parcela conveniente selecionada do universo (população); é um subconjunto do universo”.
População
O termo população tem, consoante a disciplina a que se refere, distintas definições. Em Biologia define-se como um grupo de indivíduos que acasalam uns com os outros, produzindo descendência.Em Estatística chama-se população ao conjunto de todos os valores que descrevem o fenômeno que interessa ao investigador. Em Sociologia define-se como um conjunto de pessoas adscritas a um determinado espaço, num dado tempo.
Amostragem
Amostragem, ou de uma forma menos abreviada Estudo por Amostragem, é o estudo de um pequeno grupo de elementos retirado de uma população que se pretende conhecer.
Técnica de pesquisa na qual um sistema preestabelecido de amostras é considerado idôneo para representar o universo pesquisado, com margem de erro aceitável.
Há vários métodos de amostragem: aleatória simples, com ou sem reposição (cada elemento da população tem igual probabilidade de ser escolhido para caracterizar a amostra); amostragem sistemática (após ordenada a população, seleciona-se a amostra probabilística); amostragem por estágios múltiplos (envolve o uso de um tipo de amostragem aleatória em cada um dos seus estágios); amostragem estratificada por cotas etc.
Origens das Probabilidades
Na Idade Média, a igreja católica era contra o jogo dos dados, não pelo jogo em si, mas pelo vício de beber e dizer palavrões que acompanhavam os jogos. Os jogadores inveterados do século XVI procuravam cientistas de renome para que estes lhes dessem fórmulas mágicas para garantir ganhos substanciais nas bancas de jogo. O contributo decisivo para o início da teoria das probabilidades foi dada pela correspondência trocada entre os matemáticos franceses Blaise Pascal e seu amigo Pierre de Fermat, em que ambos, por diferentes caminhos, chegaram à solução correcta do célebre problema da divisão das apostas em 1654. Quis o acaso que o austero Pascal conhecesse o cavaleiro de Méré, jogador mais ou menos profissional, que lhe contava as suas disputas com os adversários em problemas de resolução controversa sobre dados e apostas.
Um desses problemas veio a interessar Pascal. Depois de reflectir sobre ele, trocou uma interessante correspondência sobre o assunto com o matemático Fermat, seu amigo. Essas cartas históricas, que contêm as reflexões conjugadas de ambos, são os documentos fundadores da Teoria das Probabilidades.
Mais tarde, a Teoria das Probabilidades desenvolveu-se e através dos trabalhos de Jacques Bernoulli (1654-1705), Moivre (1667.1759) e Thomas Bayes(1702-1761). A Bernoulli deveu-se a publicação do livro “Ars Conjectandi” que foi publicado em 1713 e foi o primeiro a ser tratado inteiramente às teorias das probabilidades. Nesta obra inclui diversas combinações e das permutações, os teoremas binomial e polinomial e a lei dos grandes números (hoje chamado Teorema de Bernoulli).


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